Hoje vou fugir da seara política na postagem, conquanto eu saiba das consequências dela advindas, fulminantes e mortais até para quem tenha advogados competentes, quanto mais para aqueles que, como eu, não os tem.
Analisarei, mais do que o contexto brasileiro, o mundial, deste tempo em que vivemos, com rumores de guerras e a própria guerra explodindo em tantos cantos do planeta, mesmo em lugares onde há bem poucos dias, prevalecia, exclusivamente, a paz.
Vejam que até o Brasil, por absoluta incúria de dirigentes despreparados e inconsequentes, que se jactam e se arvoram em ungidos pelo povo, não está hesitando e nem evitando em promover e trazer uma guerra ao nosso quintal.
O deplorável da situação é que, no fundo, tudo gira em torno de orgulho pessoal ferido, vaidades, vinganças, ambições políticas desmedidas e, principalmente, da imposição de ideologias.
Ironicamente essas tais ideologias jamais deram certo e nem darão, em lugar algum deste mundo, pois isso já está provado, comprovado e ratificado através dos anos, dos séculos e da sucessão das gerações... mas eles não desistem!
Tudo isso, convenhamos, é profundamente, lamentável, mas os homens teimam em brigar em razão disso, o que, diga-se "en pasant", é, muito mais do que lamentável, uma irresponsabilidade!
Quando será que o homem público brasileiro vai criar juízo?
Quando colocará o cargo que ocupa acima de sua vaidade, vontades, ambições, e, principalmente, além de seus desejos pessoais e materiais?
Quando deixará de atuar em grupo para a consecução de negócios escusos, e, como fazem muitos deles, saquear os cofres públicos?
Quando proporcionarão melhores condições de vida à população?
Quando, enfim, terão noções sensatas de pátria e cidadania para livrar-se-á do ego inflado que os faz olhar, exclusivamente, para o próprio umbigo?
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